História da IBNC


Os acontecimentos históricos deste relato são flashes de memórias dos irmãos João Salles de Oliveira, Eugênio Chamorro Ramos e Pr. Marcos Antonio de Oliveira, em entrevista à jornalista Claudia Regina Tavares Cardoso, editora do Jornal Manancial.

 

Os fatos aqui mencionados foram reordenados pelo Pr. Marcos Antonio de Oliveira, não somente por conhecer os mesmos, mas por ter vivido e sido protagonista deles.

 

Por esta razão, o mesmo passa a ser o narrador dos acontecimentos registrados aqui, cuja intenção não é outra a não ser propiciar que a História da IBNC seja conhecida por todos, os que dela participaram e os que hoje a vivem.



1. COMO TUDO COMEÇOU

Congregação Batista Memorial, assim era conhecida a futura Igreja, no ano de 1976, na residência dos irmãos João Salles de Oliveira e Maria Lopes Parangaba de Oliveira.

 

A congregação nasceu após os irmãos João e Maria, freqüentarem a Sede – Igreja Batista Memorial, hoje Igreja Batista Nacional no Portão, aproximadamente 1 ano, todas as quintas-feiras e domingos – “Era muito longe e senti no coração de abrir um ponto de pregação, começamos eu, Edmundo e minha esposa”; diz o irmão João.

 

Edmundo era um velho companheiro de viagens missionárias, que em companhia do Pr. Raul Weigert, empreenderam várias viagens, inclusive a Paranavaí, na época para resolverem um caso de possessão demoníaca. “- Até então eu não conhecia a Renovação pelo Espírito Santo”, declara o irmão João.

 

O início do ponto de pregação foi na sala da residência n°16, da rua Dês. Antonio Franco Ferreira da Costa, na Vila Centenário, bairro Cajuru em Curitiba Pr.

 

O próprio irmão João construiu os primeiros bancos, com madeiras que sobraram da construção de sua casa. Pintou-os de azul-claro.

 

Não tinha energia elétrica, pois as condições não permitiam. “Uma vizinha cedeu alguns fios e fizemos uma extensão a partir da casa dela, passamos a ter 3 lâmpadas de 150 velas”, relata o irmão João sorrindo.

 

Naquela época, a vila era muito precária. Não tinha quase nada. Só a rua Amador Bueno, que era a principal, o ônibus Solitude parava no início, na BR 277 (Curitiba-Paranaguá), depois um ônibus alimentador começou a descer a Amador Bueno.

 

As valetas de esgoto eram a céu aberto, poucas casas, as ruas eram só de saibro.

 

Como em todo começo há dificuldades, esta obra não foi diferente. Segundo o irmão João, foi o mesmo que mexer em uma caixa de marimbondos. “O inimigo trabalhou de todas as formas para nos destruir”.

 

Um exemplo das investidas de Satanás, relatado pelo irmão João, foi quando o inimigo usou uma senhora, totalmente endemoninhada, para atrapalhar os cultos. “Ela vinha sempre aos cultos, apontava para as pessoas e elas caiam possessas”. Inclusive ela tentou se enforcar dentro da minha casa, diz o irmão João. “O inimigo começou a trabalhar e quanto mais ele trabalhava, mais Deus operava maravilhas, houve dias de ter até 70 pessoas no culto, a minha esposa cantava, o irmão Edmundo orava e eu pregava”.

 

No ponto de vista do irmão João, as curas que ele presenciou, como a do diabetes, pessoas que vomitavam giletes e adornos usados em macumbaria, foram não por causa da fidelidade deles para com Deus, mas sim pela simplicidade com que louvavam o Pai.

 

As pessoas começaram a ajudar financeiramente, e o que arrecadavam era separado e enviado para a Igreja Memorial da Vila Izabel.

 

Tivemos alguns pastores que nos auxiliaram, como por exemplo, o Pr. Nelson Cardoso, (pai do irmão Nelson Jr.) ele nos auxiliou pregando a Palavra por muito tempo.

 

O Pr. Nelson, também gostava de cantar, e era auxiliado pelo filho Erasto, que o acompanhava no violão e o irmão João no Tenor (um instrumento que ele mesmo fabricou).

 

“Começamos a fazer viagens missionárias, irmã Izabel, uma mulher de Deus, viajava conosco, diz o irmão João”.

 

“A primeira viagem foi para Paranavaí, no noroeste do estado, onde visitaram entre outras famílias, a da irmã Donília (mãe do Pr. Marcos). Depois para São Paulo e Rio Grande do Sul. Nossa congregação era missionária mesmo, mas só na terceira viagem missionária é que fomos bem recebidos, e foi na casa do Marcos (Pr. Marcos), pois o povo que visitamos não gostava de crentes”.

 

O Pr. Marcos, em 1978, veio a Curitiba para procurar emprego e estudar, e passou a residir com o irmão João.

 

“Marcos ficou em casa dois anos, nos cultos, a princípio, ele ficava ressabiado, mas logo aceitou a Jesus” relata o irmão João.

 

A Igreja na década de 70 era apenas uma congregação, e obteve auxílio de muitos pastores e obreiros, entre eles o irmão Guimarães, que foi batizado com o Espírito Santo na residência do irmão João. O irmão Borba, além do Pr. Raul, da Vila Izabel. Depois disso veio o Pr. Wagner Dias Lustosa, e então resolvemos alugar a casa em frente onde hoje é o Templo Antigo, com o Pr.Wagner estivemos também lá na esquina do japonês (uma alusão ao proprietário do imóvel), depois na casa da minha sogra, a irmã Josefa, onde hoje é a casa do Oswaldo e da Beatriz, na rua Birmânia.

 

Depois do Wagner veio o Pr. Jefferson Pratt Moreno, que só ficou 6 meses e foi para o centro, para a igreja que tinha lá na rua Barão do Rio Branco. Em seguida veio o Pr. Zeri Pereira. Naquela época ele era evangelista, e foi um período bom para os jovens, pois ele sempre gostou de cantar. Hoje (à época deste relato) o Pr. Zeri é pastor da Igreja Batista Memorial, na Vila Izabel, e após um culto de restauração com a Igreja Batista Memorial da Convenção Brasileira, lá no portão, a Igreja passou a se denominar Igreja Batista Nacional no Portão, com a Benção da Memorial.

 

Em seguida veio o Pr. Jair da Costa Passos, na época solteiro, com mais um evangelista, seu amigo, Daniel Apolinário, de Belo Horizonte.

 

O Pr. Jair e o Daniel, residiram um tempo com o Marcos, pois nessa época, em 1980, a família oliveira já estava residindo em Curitiba.

 

Foi nessa época que a igreja passou para a casa da irmã Josefa e depois para a esquina, próxima a Ovopar, na Rua Des. Antonio Franco Ferreira da Costa.

 

Neste intervalo o irmão João com a sua família foi para o Mato Grosso e lá residiram por dois anos.

 

Também nesse ínterim, foi que a congregação tendo a frente o Pr. Jair, o irmão Camilo e o Seminarista Marcos compraram o primeiro lote de terreno, onde hoje é o templo primeiro, e construíram uma casinha para os cultos.

 

Nessa casinha, muitas bênçãos foram derramadas, mas algumas cenas também marcaram essa época, como, por exemplo, ter de cancelar os cultos por causa de enchente, pois quando chovia muito, a água enchia o local de cultos; ou ouvir as crianças da rua gritarem, hoje vai ter igrejinha?

 

Com o retorno do irmão João do Mato Grosso e a congregação crescendo, pensaram em construir algo maior. “Foi quando encontrei no jornal um anúncio de uma fábrica de pré-moldados, isso em 1985 – a Ipacima -. Foi Deus que fez este anúncio chegar em minhas mãos. Fomos eu, o Jair e o Marcos, para comprar, mas sem nenhum dinheiro. O Pr. Raul deu-nos um bom apoio para que financiássemos o barracão e a congregação pagou tudo sozinha”.

 

Com a conclusão da primeira igreja, em seguida veio o Pr. Aderbal Felipe, “O Aderbal sugeriu que abríssemos uma congregação no Boqueirão (Hoje a Igreja Batista Nacional no Boqueirão) depois do Aderbal, foi pastoreada pelo Pr. Ney Max Ferreira, a igreja se chamava Cristo é Real. Neste tempo o Camilo já estava na obra conosco e sempre viajávamos., Fomos nós,com o apoio do ministério os fundadores da Igreja do Boqueirão, Aderbal, eu, o Camilo e nossas esposas”. Diz o irmão João.

 

Com o tempo, o templo de pré-moldado foi derrubado e construída outra igreja, até chegar na edificação de hoje.

 

Em outubro de 1985, a Congregação Batista Memorial, batizava sete pessoas, o maior número na época de congregação, sob o ministério do Pr. Jair da Costa Passos. A maneira como Deus prepara e executa a Sua obra é estranha aos olhos de quem não tem experiência com Ele. Enquanto o Seminarista Marcos Antonio de Oliveira formava-se em Teologia pelo STBN-PR, o Pr. Jair recebia um convite, o qual ele aceitou, para pastorear a Igreja Batista de Vila Madureira, em Ponta Grossa – PR, a qual o mesmo sempre sonhara em pastorear. Assim, numa assembléia aclamaram Marcos pára ficar à frente da congregação.

 

O então seminarista recém-formado tinha sido sondado e chegou a receber alguns convites, entre eles o da Igreja Batista em Ahú de Baixo, Hoje Boas Novas, e Peniel de Paranaguá, mas sentiu de Deus, permanecer na Congregação Batista memorial em Vila Centenário.

 

Com a mudança, a congregação começou sua caminhada para a evangelização e para ocupar seu papel como igreja, a visão que o Senhor dera ao Pr. Marcos era para que essa obra crescesse. “Eu fui chamado para ser pastor de Igreja, não de congregação, vocês aceitam o desafio?” E assim em 1988, no dia 05 de março, ela passou a ser Igreja Batista Nacional em Vila Centenário, no mesmo dia, com uma festa maravilhosa, no templo sede, ainda inacabado, a Igreja era organizada e o seu Pastor Ordenado ao Ministério da Palavra.

 

Houveram lutas sim, mas cada batalha era conquistada com a benção do Pai.

 

Nessa caminhada, o pastor Marcos era apoiado por um pequeno, mas fervoroso grupo de irmãos, aproximadamente 72 membros fundadores, os quais tinham convicção de que o Senhor não deixaria os Seus.

 

Segundo o irmão Chamorro: “Não citarei nomes para não esquecer algum dos irmãos, direi simplesmente que o corpo da igreja estava constituído inicialmente por seis ou sete homens, outro tanto de mulheres – verdadeiras guerreiras – que combatiam o inimigo com orações e vigílias – e uma plêiade de valorosos jovens, divididos nos Grupos Oásis e Liberdade, levavam avante o evangelho e a alegria de viver em Cristo Jesus”.

 

Não tínhamos muitas coisas materiais, mas, espiritualmente contávamos com o principal para a obra: A aprovação e a Benção de Deus. A cada dia, Ele acrescentava à igreja aqueles que iam sendo salvos (At. 2:47).

 

Quem acompanhou a nossa história percebeu que o Pai fez Sua Obra sempre na plenitude dos tempos, cada etapa encerrava uma luta, mas a vitória era presente em cada uma delas.

 

Orávamos juntos toda semana que antecedia a Ceia do Senhor, pela manhãzinha, às 6:00 horas, no templo, além do jejum e vigílias. Aplicamos isso para algumas metas que se tornavam realidade.

 

- Construção do Templo

 

- Reforma do templo

 

- Bancos

 

- Aquisição do lote para estacionamento

 

- Crescimento espiritual e numérico.

 

No ano de 1993, é concluído o Templo Primeiro, na rua Des. Antonio Franco Ferreira da Costa, 73, uma obra realmente de fé.

 

“Lembro-me, para que todos possam entender melhor, diz Eugenio Chamorro Ramos, que no ano de 1985, a dimensão do terreno era exatamente a área ocupada hoje pelo Templo e a cozinha, junto com os corredores laterais. Antes, a congregação se reunia numa meia-àgua e ocupava a do atual átrio com uma dimensão de aproximadamente 24 metros quadrados, e no lado direito, onde está o canteiro de plantas no jardim. Havia ainda duas cazinhas de madeira. O restante do terreno era um banhado de terra preta e quando chovia muito, não havia culto, pois tudo era alagado. Na verdade o bairro todo, não tinha sistema de esgoto sanitário ou drenagem”.

 

O primeiro passo foi pagar o terreno depois foram comprados vigas de concreto pré-fabricado e telhas de eternit. De posse destes materiais e reunidos em mutirão, o templo foi armado e colocadas as vigas bem como a cobertura, o qual resultou num galpão com perspectiva de futuramente ser um templo.

 

Esse primeiro passo foi dado tendo o pastor Jair da Costa Passos à frente da congregação. O Pastor Marcos Antonio de Oliveira estava no último ano de Teologia, e depois da conclusão do curso, assumiu a igreja por aclamação dos membros em assembléia, pois o Pr. Jair aceitara o convite para pastorear a Igreja Batista Vila de Madureira, em Ponta Grossa.

 

Nova cabeça, nova disposição e nova visão. O pastor Marcos aceitou o desafio, mas condicionou outros aos membros: A partir daquele momento cada um deveria ter como objetivo trabalhar para construir o templo e orar bastante pelo crescimento da obra, pois a promessa do Senhor revelada a ele era para pastorear uma grande igreja e não uma congregação.

 

Para contar com a verba necessária a fim de executar a obra foram realizados vários tipos de eventos para arrecadar fundos: As senhoras não poupavam esforços e realizavam bazares de roupas usadas, faziam “bolo da linha”, pão caseiro, almoços, etc...

 

Destaco ainda o agir de Deus por meio da colaboração que recebemos da Paulista Materiais de Construção, na pessoa do Sr. Isaac Cândido, que aceitou a proposta do Pr. Marcos e da Igreja, eles forneceriam os materiais, nós pagaríamos a cada 30 dias, e os juros seriam a oração do povo de Deus e a Benção do Senhor.

 

Poderíamos enumerar outros fatos, como a doação da empresa Contac – Construções e Empreendimentos Ltda, na pessoa do Sr. Vicente Carlos de Carvalho e Sr. Ovídio, mas o objetivo maior foi ver a fé e o desprendimento daquele humilde povo, orando, contribuindo, trabalhando, pois quando cremos e havendo disposição de nossa parte, o Senhor há de abençoar sempre. Lembramos ainda da reforma e desta feita o desafio com o Sr. Sérgio, do Santa Lúcia Materiais de Construção, o qual também esteve conosco nesta empreitada.

 

A receita é: Orar, jejuar, ser fiel, dizimista, dobrar os joelhos para que mais uma vez seja cumprida a Palavra do Senhor registrada em Atos 2:42, 43, 46 e 47 a qual é fiel e verdadeira e nós a temos experimentado”.

 

Alguns construtores e pedreiros deixaram suas marcas. Sr Zé, o qual levantou o templo. Toninho, que terminou e fez os acabamentos. “O Toninho esteve conosco muitos anos, toda vez que eu não gostava de alguma coisa, ele prontamente desfazia e refazia”, diz o Pr. Marcos. Jurandir, Pr. Aderbal, também auxiliaram como pedreiros, e o incansável irmão Levi Nunes Gomes, estava sempre lá, auxiliando e tomando conta da construção, junto com a igreja.



2. ACONTECIMENTOS MARCANTES

Essas são algumas datas marcantes, muitas outras existiram e com certeza estarão registradas em nossa lembrança.

 

Junho/95 Nascia o Boletim da EBD, em 1996 nascia o Manancial, após um concurso para escolher o nome do jornal, cujo ganhador foi o Kaio Victor de Oliveira, filho do Pr. Marcos. Mas é bom ressaltar que em 1987 nascia A Centelha, o informativo da congregação. Nosso apreço aos irmãos que estiveram envolvidos com esses projetos: A Centelha _ Paulo e Lílian Oliveira Dias, Vera Lúcia Dias Gonzaga, Mário César de Oliveira e Wilma Lavalle. A Centelha circulou por 3 anos ......... .O Boletim – Pr. Daniel Ruthes. Manancial – Pr. Daniel Ruthes, Claudia Regina Tavares Cardoso.

 

17/03/96 Inauguração da Videoteca Pedra Angular.

 

1996 Surge o Projeto Amar. Wagner e Vera Dias Gonzaga se casam e vão para a Lua de Mel em Angra dos Reis – RJ, hospedam-se na casa de um irmão da Igreja Batista Monte Gerezim. Após tanto ouvir sobre o Encontro de Casais – Ministério Arca, resolvem ir junto com o irmão Haroldo e Ivone Emilião. Boquiabertos, convidaram o Pr. Marcos e Rejani que vão ao encontro em Angra e têm a confirmação que esse ministério deveria existir também na visão da IBNVC.

 

30/11/97 Pr. Marcos Antonio de Oliveira, numa solenidade surpresa, recebe das mãos do vereador Carlos Bortoleto, diploma de louvor pelo trabalho social desenvolvido no bairro, concedido pela câmara municipal de Curitiba.

 

Março 97 “O 1° Encontro de Casais foi um desafio, pois só tínhamos a teoria”. Conta Wagner, cinco casais de Angra vieram auxiliar na organização do evento. – Mas antes, ainda em novembro de 1996, acontecia o Primeiro Encontro de Jovens com Cristo, sob a coordenação de Haroldo e Ivone Emilião, o qual foi um protótipo para o Encontro de Casais.

 

7 e 8/09/98 1° Retiro na Chácara Recanto Maanaim Chácara própria da Igreja – em Quitandinha Pr, com a Juventude.

 

Março 1999 Retiro inaugura o Maanaim para toda a Igreja “ A Chácara é Nossa”.

 

12/03/2000 Lançamento oficial do Site da Igreja na rede mundial de computadores Internet, e também do Folder evangelístico da Igreja.

 

20/03/2000 1ª Operação Jamaica. Reúne 500 Jovens para louvar ao Senhor ao ritmo Reggae.

 

Junho/2000 Aquisição do 1° veículo da igreja, uma Kombi zero Km.

 

14/11/2000 Missão Batista Nacional em Paranavaí PR.

 

Mas em 27 de agosto de 1998, após 18 anos de trabalho no Bradesco, o pastor Marcos, “Numa decisão que tomei com Deus e com o apoio de minha família”, deixa o banco, a gerência para trabalhar exclusivamente na Obra do senhor. A igreja se reuniu, e os irmãos apoiaram a decisão do pastor.

 

Já em novembro de 1998, é lançado o projeto: Destronando Potestades – Uma estratégia de Batalha Espiritual para ganharmos o Cajuru, muita oração, intercessão e jejum, por parte de toda a igreja, a começar da liderança.

 

“O objetivo é destronar o poder das trevas (Efésios 6:10-20), que tem impedido moradores do Cajuru de conhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador, este príncipe será destronado e Jesus tomará o comando e, aí sim, teremos uma igreja que continuará crescendo firme na Palavra e no poder de Deus” ressaltou o Pr. Marcos.

 

Foi também estabelecido alvos novos – Aquisição de uma nova área para a expansão da igreja, a construção de um novo templo, a construção de uma escola. A busca de uma visão própria para o ministério da Igreja Batista nacional.

 

Pr. Marcos começa a sonhar e levar a Igreja do Senhor a sonhar os sonhos de Deus.

 

A visão claramente foi se desenhando, e a igreja assumiu sua vocação de ser uma Igreja Cristã-Família. Para alcançar êxito, Deus envia pastores para se somar à visão e a Igreja recebe os pastores Luciano Prado Corrêa, Neemias Pedro da Silva, Daniel Ruthes, Carlos Roberto Paes, Luis Antonio Luize.

 

“Todos os ministérios da igreja estão voltados para a família, pois ela é projeto de Deus e nosso alvo de evangelização e aperfeiçoamento.”

 

Assim, em agosto de 1999, sonhamos uma área de 5.000 m², para construirmos o nosso sonho de igreja.

 

Contudo, o sonho de Deus era bem maior. Nesta data, a igreja adquiriu a sua primeira área, no conjunto habitacional Mercúrio, 6.400 m², e não parou por aí, em 2001 a igreja adquire outra área anexa a primeira, agora são mais 5.200 m², que somados são 11.600 m².

 

Foi uma grande festa a consagração da nova área, com o slogan: “Sou participante desta grande obra”, mais de 1.000 pessoas abraçaram literalmente, de mãos dadas a nova área. Com muito louvor e oração e a famosa “costela no chão”.

 

Esse dia também marcou a presença da igreja no conjunto mercúrio, com casais indo de casa em casa, ofertando uma Bíblia, o jornal Manancial e o folder às famílias no novo bairro.

 

O próximo passo era construir a sede Administrativa do novo complexo. Foi elaborada uma maquete, e muitas reuniões com a liderança, com os empresários da igreja, com os homens, com as mulheres, com os jovens, e até com as crianças. Todos se envolveram e o milagre aconteceu. Em um ano, o novo prédio de 2.100 m² estava completamente pronto.

 

Em 29 de novembro de 2003 a igreja, numa grande festa, inaugura o templo, foi armada uma enorme tenda no pátio de estacionamento,onde a banda do CINDACTA(Força Aérea)abrilhantou a festa, pastores da convenção de todo o estado do Paraná, pastores das demais igrejas evangélicas, políticos, enfim uma festa para marcar a História do Cajuru e de Curitiba.



Outros Projetos se somam a visão

28 a 30/07/2000 1° Encontro com Deus. Um retiro espiritual extremamente eficiente e marcante.

 

24/03/2001 1° Festival “Chama”, anteriormente a “Noite do Oscar Jubanc”, Festival de filmes criados e elaborados por jovens em noite de gala.

 

Maio/2001 Organização do ministério Estatura de Cristo, que atua com .adultos solteiros, viúvos e divorciados, ministério que nasceu no coração de Deus, sonhado pelo Pr. Luciano Prado Corrêa.

 

Como acontece todos os anos, no dia 31 de dezembro, no grande culto de final de ano, onde ações de graças, louvor e adoração, bem como o lançamento de novos alvos e sonhos, a igreja lança o desafio de adquirir a ultima área próxima à sua. São mais 3.500 m², que servirão de pátio de estacionamento e para a construção de um Ginásio de Eventos. E em 2004 é adquirida essa nova área.



Deus tem nos abençoado profundamente.

Com o crescimento da obra e conseqüentemente necessidade de organizar-se, o ministério começa a trabalhar para dinamizar didaticamente a visão, afim de que todos membros da igreja tivesse acesso à mesma e não somente a liderança.

 

“Foi resultado de uma busca em Deus, cuja revelação foi a clarificação do Sonho que Ele tem perto em nossos corações” diz o Pr. Marcos.

 

Estávamos indagando sobre a visão. Perguntávamos: Seremos G5? G12?, Em células? Com células? Chegamos à conclusão, que poderíamos trabalhar com a nossa própria proposta, contextualizada, dentro da visão, que cremos, Deus nos tem dado desde o início desta obra.

 

Assim nasce a “Igreja em Aliança de Ministérios”, tendo em vista o número de ministérios que o Senhor tem nos proporcionado, voltados para a edificação e restauração da família.

 

Fevereiro/2005 – Nasce o Centro de Educação Infantil Supremo, um Sonho realizado, que nasceu no coração do Pr. Marcos e tantos outros sonhadores, mas em destaque para Bárbara Raquel do Prado Gimenes Correa e Alba Rejani Sanches Lopes d Oliveira, que trabalharam no projeto pedagógico.

 

Fevereiro/2006 – O Centro de Educação amplia sua atuação, agora é escola Supremo – atando também no Ensino Fundamental.

 

Agosto/2006 - A Assisban – Associação e Assistência Social Batista Nacional, é reconhecida pela Câmara de Vereadores e Prefeitura Municipal de Curitiba, como entidade pública municipal.

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